sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Observatório da Discriminação já está em funcionamento

Seis postos espalhados pelos principais pontos da folia recem denúncias de discriminação e violência
Já está em ação a 7ª Edição do Observatório da Discriminação Racial, Violência Contra a Mulher e LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).  A abertura oficial dos trabalhos para o Carnaval 2012 aconteceu no início da noite de quinta-feira (16), no posto localizado na Ladeira de São Bento, no Centro da cidade. O evento contou com a presença de diversas autoridades e representantes de movimentos sociais.

Para o secretário Municipal da Reparação (Semur), Ailton Ferreira, um dos destaques desta edição do Observatório é a maior participação dos entes relacionados ao tema. "Sem dúvida, a maior adesão dos órgãos públicos e também das entidades sociais já é um fato a ser bastante comemorado nesta edição", afirmou.

Em 2011, 350 casos entre denúncias e observações foram registrados - a maioria relacionadas ao racismo. "As outras ocorrências de maior destaque foram agressão à mulher e homofobia", completou Ferreira. Além dos 100 observadores que estarão nas ruas, o folião poderá buscar atendimento em um dos seis postos espalhados pelos circuitos.

O Observatório da Discriminação que, este ano, adotou o slogan "Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direito", tem como principal objetivo identificar atos de discriminação e violência racial, de gênero e homofóbica que ocorrerem no circuito da folia momesca, e subsidiar a formulação e implantação de políticas públicas, voltadas ao combate desse tipo de violência.

Além do posto localizado na Ladeira de São Bento, o Observatório da Discriminação conta com atendimento no Cruzeiro do São Francisco; Lapa; Camarote Casa dos Bailes - Casa d'Itália; Assufba (Federação) e Faculdade Social da Bahia (Ondina).

Assessoria de Imprensa da Semur

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